eu te daria uma flor,
mas só tenho cactos.
eu cheiraria o seu perfume
esconderia-me em sua manta
comeria o seu bobó
banharia o seu gato
mas eu só tenho cactos...
quinta-feira, 26 de maio de 2011
"Amar: ter amor, afeição, devoção, estimar. Pilar, Pilar, Pilar, Pilar, Pilar, Pilar..."
[do belo José & Pilar]
terça-feira, 24 de maio de 2011
Sobre a pele, a cor da pele e a cor de pele
a lingerie
que encobre a pele
que é cor de pele:
apelo
[a]pele
o desejo por cor de pele.
que encobre a pele
que é cor de pele:
apelo
[a]pele
o desejo por cor de pele.
sábado, 21 de maio de 2011
Sobre Cinema
quando em filmes épicos ou
quando em filmes de ficção
me transporto rumo à realidade
que nao me cabe
que não me entra
não ressarcia.
quando sento em frente à caixa escura
sou anacrónica.
quando em filmes de ficção
me transporto rumo à realidade
que nao me cabe
que não me entra
não ressarcia.
quando sento em frente à caixa escura
sou anacrónica.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Divagação sobre o tempo
corri atrás do tempo e
perdi tempo
querendo alcançar o
Tempo [?]
então que tempo tenho eu
senão o tempo do devaneio
do próprio
Tempo ?
perdi tempo
querendo alcançar o
Tempo [?]
então que tempo tenho eu
senão o tempo do devaneio
do próprio
Tempo ?
quinta-feira, 7 de abril de 2011
domingo, 27 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
sábado, 5 de março de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
domingo, 11 de julho de 2010
A Teta Assustada

Quero deixar aqui algumas palavras embaraçadas dos sentimentos e percepções que tive após ver este filme.
A Teta Assustada não é um filme pornô, muito menos a continuação de "Não é mais um besteirol americano". Traduzido ao pé da letra do seu titulo original "La Teta Asustada", (um grande mérito brasileiro não ter embelezado o título como fez a industria americada que o traduziu para "the milk of sorrow") o longa da diretora peruana Claudia Llosa, conta a historia de Fausta, uma moça que sofre de uma doença folclórica, fruto de uma época difícil enfrentada pelo Peru e que é transmitida através do leite materno de mulheres que foram violadas durante a guerra civil no país.
Tenso como sua protagonista, o filme nos parece dizer o tempo todo "olha, esta história não é uma ficção" e consegue fazer isso muito bem quando intercala nos momentos tristes mas de leve beleza alguns aspectos culturais do país, como o casamento da prima de Fausta, um elemento de essencial contraste no filme. Contrastes que continuam, Claudia Llosa trabalha muito bem os opostos: timidez e extroversão, classe baixa e classe alta, cultura provinciana e cosmopolita, centro e periferia...Observe o contraste entre as ruas movimentadas do centro de Lima com o deserto de areia das comunidades periféricas, também veja como é lindo ver os jardins coloridos em meio tanto marrom. Claudia lhosa é singela ao nos incomodar.
Junto a isso, interessante perceber como a trilha sonora se encaixa como enredo e não como elemento adicional na construção de uma emoção. Créditos a bela atriz Magaly Solier e nas narrativas tremulamente cantadas ao longo do filme. A dor e o terror descritos com a leveza de uma cantiga de ciranda.
Belo e inquietante. Não consigo mais palavras que não esse texto nada linear.
Reverência.
A Teta Assustada não é um filme pornô, muito menos a continuação de "Não é mais um besteirol americano". Traduzido ao pé da letra do seu titulo original "La Teta Asustada", (um grande mérito brasileiro não ter embelezado o título como fez a industria americada que o traduziu para "the milk of sorrow") o longa da diretora peruana Claudia Llosa, conta a historia de Fausta, uma moça que sofre de uma doença folclórica, fruto de uma época difícil enfrentada pelo Peru e que é transmitida através do leite materno de mulheres que foram violadas durante a guerra civil no país.
Tenso como sua protagonista, o filme nos parece dizer o tempo todo "olha, esta história não é uma ficção" e consegue fazer isso muito bem quando intercala nos momentos tristes mas de leve beleza alguns aspectos culturais do país, como o casamento da prima de Fausta, um elemento de essencial contraste no filme. Contrastes que continuam, Claudia Llosa trabalha muito bem os opostos: timidez e extroversão, classe baixa e classe alta, cultura provinciana e cosmopolita, centro e periferia...Observe o contraste entre as ruas movimentadas do centro de Lima com o deserto de areia das comunidades periféricas, também veja como é lindo ver os jardins coloridos em meio tanto marrom. Claudia lhosa é singela ao nos incomodar.
Junto a isso, interessante perceber como a trilha sonora se encaixa como enredo e não como elemento adicional na construção de uma emoção. Créditos a bela atriz Magaly Solier e nas narrativas tremulamente cantadas ao longo do filme. A dor e o terror descritos com a leveza de uma cantiga de ciranda.
Belo e inquietante. Não consigo mais palavras que não esse texto nada linear.
Reverência.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Fim
Pensei que não ia acabar nunca, que não ia conseguir, chorei, ri, suei, acreditei em algo que nem sabia o que era ainda. Meu sorriso não se limita apenas a uma nota boa e elogios, mas na compreensão que tive do que é ser uma arquiteta. Algo que somente consegui entender nesses 365 dias junto ao TFG. Sou arquiteta como achei que não poderia ser nos primeiros anos de curso.
Nesse 1 ano, vi que arquitetura não estava em frases bonitas, em citações de grandes gênios mas na capacidade que temos de observar a nossa volta, de relacionar tudo que gostamos, sentimos e sofremos. Tudo é arquitetura. Planejamos para sobreviver e tratamos nosso próprio corpo como um projeto a perdurar o máximo de tempo possível. Arquitetura é enxergar os detalhes e não se vislumbrar com um forma indecifrável. A forma não vem antes de tudo isso. O que vem antes da arquitetura?Nós sempre aprendemos, durante e depois da idéia primeira, que projetar é buscar soluções e acreditamos que arquitetura é isso, algo legal que vira um problema a ser solucionado. Depois vem o "ufa acabou". Vi a arquitetura assim por muito tempo.
Não tenho mais medo de fazer de um projeto a minha diversão, e ao mesmo tempo tratá-lo com a seriedade merecida, um jogo pode ser sério na medida exata. Até para ser arquiteto existe uma medida exata, mas não se engane, os níveis desse copo podem ser diferentes de pessoa para pessoa, e nesse caso, não há problema nenhum se a medida correta transbordar.
Se existe um lugar onde a arquitetura deve estar, é sobre uma linha tênue entre o racional e engraçado, o sério e o divertido, com o todo direito de ser prazeirosa, sempre.
Nesse 1 ano, vi que arquitetura não estava em frases bonitas, em citações de grandes gênios mas na capacidade que temos de observar a nossa volta, de relacionar tudo que gostamos, sentimos e sofremos. Tudo é arquitetura. Planejamos para sobreviver e tratamos nosso próprio corpo como um projeto a perdurar o máximo de tempo possível. Arquitetura é enxergar os detalhes e não se vislumbrar com um forma indecifrável. A forma não vem antes de tudo isso. O que vem antes da arquitetura?Nós sempre aprendemos, durante e depois da idéia primeira, que projetar é buscar soluções e acreditamos que arquitetura é isso, algo legal que vira um problema a ser solucionado. Depois vem o "ufa acabou". Vi a arquitetura assim por muito tempo.
Não tenho mais medo de fazer de um projeto a minha diversão, e ao mesmo tempo tratá-lo com a seriedade merecida, um jogo pode ser sério na medida exata. Até para ser arquiteto existe uma medida exata, mas não se engane, os níveis desse copo podem ser diferentes de pessoa para pessoa, e nesse caso, não há problema nenhum se a medida correta transbordar.
Se existe um lugar onde a arquitetura deve estar, é sobre uma linha tênue entre o racional e engraçado, o sério e o divertido, com o todo direito de ser prazeirosa, sempre.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Caixa-Parasita para um Cinema Itinerante

A cidade se agitava com a chegada daquilo que nem sabia-se o que era. Algo que estranhava o olhar de muitos moradores daquela cidadezinha. Logo, amontoaram-se os curiosos para ver o caminhão descarregar. Nele havia algo escrito, alguma coisa e o nome “cinema”. Qual o que? Cinema, para muitos, não era.
Lonas dobradas foram sendo retiradas uma a uma do caminhão. Foram esparramadas sobre o gramado do campinho de futebol da praça. Naquela manhã, os garotos não jogaram a pelada das manhãs, mas se contentaram em observar e apostar um com os outros o que era aquilo que havia chegado na cidade. “É um circo, certeza que é um circo!” - um dos garotos gritou afobado certo de que, como primeiro a dar o palpite, ganhara a aposta. “Circo? Não é circo! Você já viu circo quadrado?” - retrucaram. E continuaram as especulações, atentos a cada manejo dado pelos operadores. “Mas cinema....não é.”
Retiraram um motor de uma caixa e inflaram três balões que logo subiram alto, tirando a atenção do asfalto cor de terra. As crianças e os demais ociosos olhavam fixo o céu para ver o movimento engraçado dos balões.
Depois dos balões, os operários repetiram o processo com as lonas que até então, para mim, pareciam estar apenas esparramadas na grama.
Como se ganhasse vida, um prédio foi subindo, subindo, subindo, subindo, subindo, subindo, subindo, subindo, subindo, subindo... Ficamos por horas vendo ele subir e se erguer como se quisesse abraçar todo seu redor. Os tubos que balançavam nos cantos do seu teto tremiam como se a minhocas escondidas nos buracos daquela grama também tivessem inflado e em vigança, resolvido agitar toda a cidade.
Algumas crianças chegaram mesmo a acreditar que o cinema sairia voando se um engraçadinho qualquer resolvesse cortar as cordas que o prendiam no chão. Mas ningguém queria ver o cinema indo embora.
Ele foi.
A cidade voltou a se aquetar, os garotos tiveram seu campinho de volta e os olhares retornaram ao asfalto cor de terra.
Em uma semana vi um prédio sendo enchido como bóia e como se eu estivesse mesmo boiando, assisti cinema pela primeira vez.
Relato de Junho de 2010.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Você pode ver estrelas em uma sala de cinema?
Qual a diferença entre assistir um filme dentro de uma sala de cinema ou em outro espaço, como ao ar livre?
São muitas as iniciativas que tentam tirar o cinema uberlândense das mãos monopolizadoras dos cinemas multiplex, localizados dentro de center shoppings. Os cineclubes já ocupam um lugar de destaque no cenário que abrange o audiovisual na cidade. Cinema em museus, praças, no mercado mucicipal, universidades, todo evento fora de um shopping center, e que instigue uma nova experi}ência em assistir um filme, é válido.
Um projeto que já existe há algum tempo é o "Cinemauê - o cinema educa? educa!" o qual busca o enriquecimento do aprendizado universitário por meio de uma experiência diferente. Durante todo semestre do ano passado, foram realizadas sessões nos anfiteatros dos Blocos Y e 3M, com um público médio de 20 pessoas, entre professores, alunos e interessados.
A nova proposta do projeto, agora, é a realização das próximas sessões de Cinema em espaços abertos, em que iremos explorar uma nova percepção através do lugar e ao mesmo tempo aumentar o numero de participantes uma vez o cinema permeará um espaço de fluxo freqüente, público e de fácil acesso: Espaços abertos da universidade!
O primeiro local é o terraço coberto do bloco 5O, aquele ainda para terminar, ao lado do bloco 3Q e que tem uma vista espetacular da Av. Jão Naves e Segismundo Pereira, além de uma visão noturna privilegiada da Biblioteca do Campus Santa Mônica.
Pois então! Leve o seu banquinho e aproveite essa nova experiência, pois essa você não consiguirá ter em uma sala do Cinemais!
10/06 Quinta-feira
21:38h
Curta inicial: Pela primeira Vez, Octavio Cortazar, Cuba, 1967.
Filme: Documentário "1958 . O ano em que o mundo descobriu o Brasil"
Realização:
Cinemauê, Cine Bar e Goma.
Apoio: Dalau (dir. acadêmico arquitetura e urbanismo), Zapi Impermeabilizantes, Supermercado Real, Café Cajubá!
São muitas as iniciativas que tentam tirar o cinema uberlândense das mãos monopolizadoras dos cinemas multiplex, localizados dentro de center shoppings. Os cineclubes já ocupam um lugar de destaque no cenário que abrange o audiovisual na cidade. Cinema em museus, praças, no mercado mucicipal, universidades, todo evento fora de um shopping center, e que instigue uma nova experi}ência em assistir um filme, é válido.
Um projeto que já existe há algum tempo é o "Cinemauê - o cinema educa? educa!" o qual busca o enriquecimento do aprendizado universitário por meio de uma experiência diferente. Durante todo semestre do ano passado, foram realizadas sessões nos anfiteatros dos Blocos Y e 3M, com um público médio de 20 pessoas, entre professores, alunos e interessados.
A nova proposta do projeto, agora, é a realização das próximas sessões de Cinema em espaços abertos, em que iremos explorar uma nova percepção através do lugar e ao mesmo tempo aumentar o numero de participantes uma vez o cinema permeará um espaço de fluxo freqüente, público e de fácil acesso: Espaços abertos da universidade!
O primeiro local é o terraço coberto do bloco 5O, aquele ainda para terminar, ao lado do bloco 3Q e que tem uma vista espetacular da Av. Jão Naves e Segismundo Pereira, além de uma visão noturna privilegiada da Biblioteca do Campus Santa Mônica.
Pois então! Leve o seu banquinho e aproveite essa nova experiência, pois essa você não consiguirá ter em uma sala do Cinemais!
10/06 Quinta-feira
21:38h
Curta inicial: Pela primeira Vez, Octavio Cortazar, Cuba, 1967.
Filme: Documentário "1958 . O ano em que o mundo descobriu o Brasil"
Realização:
Cinemauê, Cine Bar e Goma.
Apoio: Dalau (dir. acadêmico arquitetura e urbanismo), Zapi Impermeabilizantes, Supermercado Real, Café Cajubá!
[este post tb pode ser visto em www.idearium.com.br]
domingo, 28 de março de 2010
Cinema de Rua - microdocumentários urbanos
30 dias - 30 filmes
Esta foi a missão começada por 5 amigos no dia 8 de fevereiro e terminada no dia 8 de março deste ano . O Objetivo: Fazer o upload de 1 video por dia. O tema: Cotidiano. O lugar: São Paulo
O resultado são vídeos belíssimos, imagens de uma cidade recortada pela lente de uma camera operada pelo olho de habitantes que conseguiram enchergar nas ações cotidianas mais simples a beleza do descontrole daquilo que chamamos de urbanidade.
Esta foi a missão começada por 5 amigos no dia 8 de fevereiro e terminada no dia 8 de março deste ano . O Objetivo: Fazer o upload de 1 video por dia. O tema: Cotidiano. O lugar: São Paulo
O resultado são vídeos belíssimos, imagens de uma cidade recortada pela lente de uma camera operada pelo olho de habitantes que conseguiram enchergar nas ações cotidianas mais simples a beleza do descontrole daquilo que chamamos de urbanidade.
Todo dia, uma edição. A gente levando a câmera junto, rodando a cidade, a hora que dava. No almoço, no horário de verão depois do trampo, no meio de uma locação..
Ao final do dia, um upload.
Rodamos por todo lado, as marginais de noite, o trajeto do ônibus, o sebo, tudo virava um filme.
E no final, os filmes publicados no Vimeo, mostrando a data como um diário dos últimos dias: a gente filmando de domingo a domingo, feliz pra caralho!
(Kico Santos, Fabio Nikolaus, Jones Gama, Sillas Gama e Ricardo Tadashi.)
Entrem no blog feito para divulgar o trabalho e vejam abaixo alguns videos escolhidos por mim. Ah, e é claro, os sigam no twitter e os adicionam na sua lista de cinema.
O Sebo from Cinema de Rua on Vimeo.
Hot Wheels from Cinema de Rua on Vimeo.
Céu de São Paulo from Cinema de Rua on Vimeo.
[esse post também pode ser visto em www.idearium.com.br]
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
E vc? Se lembra qndo foi ao cinema pela primeira vez?
Raquel diz:
____________
___________
ai paulinha, que coisa linda de se ver? ja pensou na resposta das pessoas hj o que o cinema vc já foi? mesmo com televisão ? aqui em sacra acho q deve ter muitaaaaaaaaaaaaaaaa gente ainda q não viu! muita mesmo, eu mesma fui no cinema velhinha ahahah me lembro q aos quatorze qd fui na praia com minha madrinha eu queria ir ver mafalda lembro do cartaz era uma meninha... ai nao fui...
(Raquel Beatriz Silva, 26 anos, natural de Sacramento – MG)
____________
paulinha diz:
com qntos anos vc foi ao cinema pela 1x?
Emilliano Freitas... diz:
com uns 05, eu assisti o casamento dos trapalhões...acho q era uns 05, pelas minhas lembranças da casa onde morava. lá em tupaciguara o cinema só funcionava d vez em quando na época q eu era criança qd lançavam filmes abriam pra gente ir ver.
paulinha diz:
humnmm
Emilliano Freitas... diz:
o segundo filme q eu vi foi lua de cristal! nossa, eu tenho essas lembranças direitinho...que doido
paulinha diz:
poiseh, eu nem lembro
Emilliano Freitas... diz:
mas esse lance das pessoas não saberem a primeira vez, é pq aqui em udi sempre tiveram acesso... tipo lá em tupaciguara, era uma festa danada. é muito estranho eu lembrar.
com qntos anos vc foi ao cinema pela 1x?
Emilliano Freitas... diz:
com uns 05, eu assisti o casamento dos trapalhões...acho q era uns 05, pelas minhas lembranças da casa onde morava. lá em tupaciguara o cinema só funcionava d vez em quando na época q eu era criança qd lançavam filmes abriam pra gente ir ver.
paulinha diz:
humnmm
Emilliano Freitas... diz:
o segundo filme q eu vi foi lua de cristal! nossa, eu tenho essas lembranças direitinho...que doido
paulinha diz:
poiseh, eu nem lembro
Emilliano Freitas... diz:
mas esse lance das pessoas não saberem a primeira vez, é pq aqui em udi sempre tiveram acesso... tipo lá em tupaciguara, era uma festa danada. é muito estranho eu lembrar.
(Emilliano Freitas, 26 anos, natural de Tupaciguara – MG)
___________
Emilliano Freitas... diz:
c lembra da sua primeira vez? tô ajudando ela
Muriel - Qual é o Premio Lombardi? diz:
Eu me lembro sim...tinha uns 8 anos... no cine vitória
Emilliano Freitas... diz:
qual filme?
Muriel - Qual é o Premio Lombardi? diz:
fui ver um filme do Arnold &&¨%*&%¨&... acho que o exterminador do Futuro...o primeiro...ou outro dele...era de ação...foi um dos primeiros filmes dele
Emilliano Freitas... diz:
o exterminador do futuro q ele saía pelado e vc com 8 anos no cinema? Kkkkkkkkkkkkkk
Muriel - Qual é o Premio Lombardi? diz:
eu amei... porque achava aquilo coisa de outro mundo
c lembra da sua primeira vez? tô ajudando ela
Muriel - Qual é o Premio Lombardi? diz:
Eu me lembro sim...tinha uns 8 anos... no cine vitória
Emilliano Freitas... diz:
qual filme?
Muriel - Qual é o Premio Lombardi? diz:
fui ver um filme do Arnold &&¨%*&%¨&... acho que o exterminador do Futuro...o primeiro...ou outro dele...era de ação...foi um dos primeiros filmes dele
Emilliano Freitas... diz:
o exterminador do futuro q ele saía pelado e vc com 8 anos no cinema? Kkkkkkkkkkkkkk
Muriel - Qual é o Premio Lombardi? diz:
eu amei... porque achava aquilo coisa de outro mundo
(Muriel Costa Moura, 26 anos, natural de Tupaciguara –MG)
Aguardo respostas!
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
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