sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

UFU é uma questão de escolha. [?]

Agora pouco, indo cortar o cabelo, passo por um outdoor de uma escola tal com o slogan:

"UFU é uma questão de escolha."

Claro - pensei - Pq na minha fase pré-vestibular minha mãe sempre me perguntava: "Filha, já escolheu? UFU ou UNITRI? UNIMINAS ou UFMG?"

sorteei no papelzinho.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Coraline e o Mundo Secreto


Sem qualquer pretensão fui assistir a esse filme que está bombando no cinemais 3D aqui de Uberlândia. Nem sabia eu que veria a obra do diretor de uma das mais perfeitas animações do cinema, estou falando de O Mundo de Jack, do diretor Henry Selick. Poisé, como muitos pensam, Tim Burton somente produziu o filme assim como em outras obras q muitos atribuem a ele. (oq não tira seus créditos de ótimo produtor, diretor, roteirista, ect). Tenho enorme afeição por produções em stop motion e sempre q posso pesquiso sobre novos trabalhos nessa técnica e morro de vontade de ver antigos trabalhos de Ladislau Starevicz, Jorge Pal, entre outros pioneiros do estilo. Porém, oq mais me fascina no stop motion é aquilo que precedeu seu surgimento: a necessidade de se realizar no cinema cenas sobrenaturais. A típica faca que percorre um cômodo sozinha.
A partir disso, o stop motion vem seguindo o rumo em q começou, logico q também usado em inumeros e diversos outros gêneros de filme, mas os q continuam nos surpreendendo são os filmes fantasiosos, com um tok sobrenetual e horror.
Nesse sentido, Coraline e o Mundo Secreto tem um enredo q fascina tanto adultos quanto crianças e demonstra q ambos podem e devem se submeter ao medo, que nessa obra foi muito bem dosado, apesar de haver horas q meu coração realmente palpitou como a muito não fazia. Toda a produção de arte, fotografia desempenham a tarefa de nos mostrar os dois mundos de Coraline, o real com cores geladas e uma paisagem que remete um inverno rigoroso esfumaçado e cinza em contraponto ao mundo secreto, de cores vivas e primavera. Algo parecido com oq é feito em A Noiva Cadáver, onde a beleza está naquilo em q na nossa mente é o mais obscuro ou sobrenatural.
Não contando com aqueles, muitas vezes chatos, numeros musicais, Coraline me prendeu a sua história até o ultimo momento, a harmonia da produção satisfaz até mesmo na sua versão 3D, sem exageros, mesclando momentos de beleza (como os passarinhos e camundongos q chegam até vc) e de suto (como os tenebros momentos em q personagens parecem sair de seu ombro), sem falar da linguagem moderna dos personagens obtidos pelos moderninhos cortes de cabelo, unhas pintadas de azul, botas, sweters e uma charmosa pinta a la Cindy Crowford.

Uma beleza de filme.

ps:Lucas, realmente depois dos créditos existe uma cena extra dos bastidores da produção. Perdemos. =/

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

LOST.05x06

Lost sua série fdp!!!

Eu não tava escrevendo sobre a série desde q começou a 5ª temporada, mas acho q vou passar a dar destaque a ela por aqui. Não importa oq falem. Lost é a melhor série do século xxi! Afinal, os caras provaram e ainda provam q não é um roteiro fadado a um desfecho previsível, muito menos indegustável.

Do 6º episódio as perguntas q não me deixarão dormir essa noite:

-O que aconteceu com Aaron? Pq a Kate teria tanta vergonha de falar?
-O que fez o Sayd voltar algemado pro avião?
-E o Ben todo ensanguentado naquele porto? Não é onde ele encontraria o meu Brotha preferido, o Desmond? Será q ele cumpriu a promessa de matar a filha do Widmore?
-Seria o avião a única maneira de voltar pra Ilha, aquela mulher ja n havia estado na ilha antes? eu lembro dela!
-E as outras pessoas q estavam no vôo?
- Jim vestindo o uniforme da Dharma? Será q a Ilha parou no tempo de vez!?

Miseráveis!

Redrum! Redrum!

Nunca me fascinaram os filmes de terror. Não que eu morria de medo, não conseguia dormir, nada disso. Justamente pq eles n me faziam acreditar. Gostava mais dos de suspense, os que faziam seu coração subir pela boca a ponto de vc necessitar instantaneamente de agua sem q ao menos tivesse ânimo para bebê-la.

Caiu de subito na minha sala O Iluminado do Kubrick, mais um desses acontecimentos q rolam qndo meu irmão aluga um filme e eu n consigo ser tão indelicada a ponto de não ver. Estava lá, eu, depois do almoço, vendo um filme antigaço...com sono e preguiça. Penso que esses foram os motivos pra q eu não entrasse no "clima" do filme logo de imediato, coisa q sempre tento fazer a fim de entrar em catarse por alguns segundos, me envolver e esquecer que vivo num mundo tão real. Independente da situação, me vi ali naquele garotinho numa foto que tenho perto dos meus 4 anos em que eu tinha o mesmo corte de cabelo. Percebi q meu dialago com o classico do terror não estava nos horrores q ele iria me passar mas naquilo q eu, passadas cenas de imenso embrulho estomacal poderia sentir. Nesse ponto adimiro muito Kubrick por sua pessoalidade*, de colocar na tela oq acredita e q talvez só ele entenda mas que também nos oferece total liberdade de interpretação e reflexão. No cado de O Iluminado, não bastasse as incríveis atuações (vi um boato que a atriz Shelley Duvall rodou uma cena 127 vezes para q chegasse do jeito q Kubrick qria!), os diálogos e a transformação dos personagens nos pegam de jeito a ponto de olharmos para o lado e sentir o estranho receio do q a pessoa próxima a vc é capaz ou se vc realmente a conhece de verdade. Conversando com um amigo, ele disse "qndo a gnt acredita muito, a pessoas passam a acreditar". Eis Kubrik, o cara q t deixa literalmente de testa enrugada.

Ah, quanto ao garotinho Danny Loyd, nunca mais fez filme algum! A mãe dele deve ter morrido de remorso. Daria tdo pra estar no set.
Olha a cara do moço hoje em dia:


"Tony is my friend, he lives in my mouth."

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

viva a pós modernidade

Ser original não é ser diferente, mas é descobrir sua origem - Amilcar de Castro

Livro da semana: Éolo Maia – Complexidade e contradição na arquitetura brasileira, de Bruno Santa Cecília.

Novidade: o Luigi chegou hoje.fala oi pra tdo mundo luigi...