quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Natal

Você veste seu melhor vestido, senta em frente a lareira e bebe vinho com a familia e os amigos. As crianças estão brincando e todos riem. De repente o coral de pequenos sonetos pára na sua porta e canta clássicos natalinos. Todos dizem "oh" com um sorriso singelo no rosto. É hora da ceia. Tem Peru, Tender, frutas, risotos, saladas, bolos, tortas, todos se fartam. É meia noite, os parentes se abraçam, desejam felicidades, alegrias, etc. Um barulho no telhado. Papai Noel chegou, tem presentes pra todos. Todos ganham exatamente o que queriam. A noite passa, todos vão dormir.

E se Hollywood não existisse, como seria o natal?

Feliz aniversário pra Jesus que faz 2009 anos.

Feliz Natal pra todos!


quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

é matemática simples

Já que férias é se render ao ócio, nada melhor do que alimentar este com uma postagem nesse blog aqui, não?

Vou voltar aos velhos tempos e falar de dois filminhos que assisti hoje. Não aluguei nenhum mas aproveitei os dvd's que meus irmãos alugaram pra matar o tempo que , aliás, por odiá-lo tanto (o tempo) venho tentando matá-lo das piores maneiras possiveis, assistindo Vale a Pena Ver De Novo, jogando tibia, conversando com pessoas desconhecidas, com aquelas conhecidas que já estavam se tornando desconhecidas, ouvindo musica nova...entre espaços vazios em que, ah..vazios.

O primeiro filme foi Mamma Mia, um musical que tenta adaptar sua historia aos clássicos do ABBA, que por sinal eu adoro. O film é legal, daqueles que você assiste com sua tia louca que vai relembrando seus tempos de baile há, sei lá, 20 anos atraz, depende da idade da sua tia. Funciona muito bem como entreterimento apesar de várias vezes ter me dado uma vontade de passar uma musica ou outra, mas que pelo meu imaculado respeito ao cinema, e a Maryl Streep, não fiz. Confesso que quando vi o trailer, não gostei de ver a Meryl (é assim que a chamo nas nossas conversas ao telefone) pulando feito adolescente com aquele ar hippie grego mas, acredite, ela é foda e eu pago pau mesmo. No mínimo o filme nem teria passado da primeira semana nas salas de cinema se não fosse por ela e, é claro, que os produtores sabem disso.
Então, fica a dica pra quem tem paciência, gosta de musicais e é fã da Meryl.

O outro filme é Quebrando a Banca. O unico ator famoso é o Kevin Space que faz o papel de um professor de matemática que lucra clandestinamente em cassinos de Las Vegas com sua turminha de gênios que sabem contar ao invés de "jogar" Black Jack. Bom, além de aprender a jogar esse jogo ae (que o filme explica muito bem mas duvido que eu consiga sair amanhaã jogando) o filme te prende pelas jogadas de câmera que ocilam rapidamente entre os gestos de um e outro jogador que de forma alguma podem dar errado, fazendo com que vc, fique tão ansioso quanto os personagens. Infezlimente o filme erra no final quando aquela cena que muda t.u.d.o não é explicada. Personagens surgem do nada e há um pequeno flash back pra te mostrar o que aconteceu. Patético. É tipo vc demorar 2 horas pra fazer o bolo e depois estragá-lo com a cobertura que vc fez de ultima hora. Fica a dica pra quem gosta do estilo.

No mais, vou deixar aqui o link da banda de hoje, que um antigo amigo pediu pra q eu ouvisse e que era a minha cara e blah blah blah. Legal saber q tem gnt que depois de tempos ainda t conhece e tenta fazer um agrado.

Little Joy, do Rodrigo Amarante, ex-los hermanos.
Um virou pedófilo, outro americano. ainda gosto ds dois.

http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewProfile&friendID=398072115


i used to have a kite.

domingo, 21 de dezembro de 2008

pra animar o dia

Domingo foi dia de arrumar todas as folhas, textos e trabalhos realizados no meu 4º ano de facul. Juntar tdo e colocar numa pastinha ou mesmo rasgar o que, de fato, não prestava.

Aqui vai uma supresa pra um amigo q vou sentir mta falta. Colori os desenhos do lucareta pra saudade ficar mais divertida.
As aulas de urbanismo até q davam um caldo né, ou, uns desenhos.

começando a gostar das férias...





sábado, 20 de dezembro de 2008

perceber/ser percebido

"Uma das meias cidades é fixa, a outra é provisória e quando termina a sua temporada, é desparafusada, desmontada e levada embora, transferida para os terrenos baldios de outra meia cidade. [...] A cidade de quem passa sem entrar é uma; é outra para quem é aprisionado e não sai mais dali; uma é a cidade a qual se chega pela primeira vez, outra é a que se abandona para nunca mais retornar...”
(As Cidades Invisíveis, ITALO CALVINO)



eu n vejo lá na frente.

rumo ao TFG