
Essa semana, fazendo um trabalho de historia da arte, precisava encontrar com urgência a Sra. Myrna Dias de Souza, proprietária de uma casa moderna linda, de 1950, aqui em Udi. Seu nome não estava no catálogo e no Guia Sei não constava o endereço da residência. Fui ao Museu da antiga prefeitura, nos mandaram (eu e o Otávio) para a Secretaria de Planejamento Urbano da prefeitura. E lá fomos nós.
Demorei estacionar.
“Otávio pára de rir de mim!”
Eram 17h e o negócio já tava fechado! @)*_(¨*&%¨$#$!
“Odeio o serviço publico.” – pensei.
Voltamos no outro dia:
Sobe escada.
Desce escada.
“Queremos o cadastro de uma propriedade.”
“Pega a senha.”
“Precisa de Senha?”
ela fez um sim com a cabeça.
( vou guardar esse “sim” pra quando eu tiver que interpretar uma atendente fria e seca no teatro)
Sentamos.
“ Porque os bancos da prefeitura são de concreto aparente, com a estrutura a mostra não deixando as pessoas sentarem onde elas bem queiram?”
“Não sei Otávio!!!!”
“A nossa senha tá chegando”.... blah
Blah...
...Blah
Blah...
“qual o nº da senha mesmo?
165
Olhamos pro painel : 166
Ahhhhhhhhhhhhhhhhh
Perdemos a senha!!!!!
Ahhhhhhhhhhhhhhhhh
"Pára de chutar o lixo Otávio!"
"Droga de serviço publico!"
"Como que a gente não viu?"
"droga"
"Vamo embora."
Outro dia.
No celular:
“O que será que aconteceu com a Dona Myrna?”
Conspirações:
Otavio: ....blah......blah....“Acho que ela morreu.”
Oo
Nesse momento me senti como Amelie ao pensar que o Sr. Bretodeau estava morto.
Momento Amelie. Não tem preço.