domingo, 23 de julho de 2006

Piratas do Caribe: O Baú da Morte - 2006



Dirigido por Gore Verbinski. Com: Johnny Depp, Orlando Bloom, Keira Knightley, Bill Nighy, Stellan Skarsgård, Jonathan Pryce, Jack Davenport, Kevin McNally, Tom Hollander, Naomie Harris, Mackenzie Crook, Lee Arenberg.

Sinopse
Elizabeth Swann (Keira Knightley), a filha do governador Weatherby (Jonathan Pryce), está prestes a se casar com o ferreiro Will Turner (Orlando Bloom). Porém o evento é atrapalhado pela ameaça de Davy Jones (Bill Nighy), o capitão do assombrado navio Flying Dutchman, que tem uma dívida de sangue com o capitão Jack Sparrow (Johnny Depp), amigo do casal. Temendo ser amaldiçoado a uma vida após a morte como escravo de Jones, Sparrow precisa encontrar o misterioso baú da morte para escapar da ameaça.


Depp ! Depp ! Depp !
Este é o nome da comunidade de acabei de entrar no orkut!
O que sempre me encantou em Johnny Depp foi sua capacidade de interpretar peresonagens excentricos e com um ar de caricaturas. Vide Edward Mãos de Tesoura e o maravilhoso Willy Wonka em A Fantástica Fábrica de Chocolates. E ele ainda tem a aldácia de nos surprrender em dramas como Em busca da Terrda do Nunca! Um ator, digamos assim, COMPLETO! É uma pena que somente depois de Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra e Em Busca da Terra d Nunca, que seu talento passou a ser reconhecido pelos grandes prêmeos do cinema. Mas também, se sua interpretação fabulosa do Capitão Jack Sparrow fosse passada em branco....por favor, Para Tudo, eu quero descer!
O capitão Jack Sparrow é um sujeitinho, sujo, bêbado, egoísta e quase NUNCA confiável! Ele representa o típico sujeito valentão, mas que não resiste quando o assunto é amizade e amor! E talvez seja por isso que ele é tão adorado! As cenas do longa (em particular a que Jack está prestes a ser devorado por uma tribo canibal) nos sufocam de tantos risos, afinal de onde vem a tamanha criatividade dessas cenas??? preciso conhecer essa mente! O filme nos surpreende a cada minuto, quando vc pensa "acabou ...eles não têm mais nada o que inventar..." Pimba!!! Vc cai na risada de novo!
Porém o filme não é uma comédia forçada e passa longe de ser monótono! O roteiro fantático de Ted Elliott e Terry Rossio não coloca o adorável capitão como centro das atenções e distribui a importância de cada personagem ao longo do filme, passando pelo casal apaixonado até os atrapalhados marinheiros do Pérola Negra. Fazendo com que tenhamos momentos de aventuras, dramas, risos e até sustos! Falando nisso, devo dizer também que foi ótimo o drama que o diretor Gore Verbinski
criou entre Will Turner (Orlando Bloom) e seu pai, Bill Turner, que deixou o filho para seguir a vida como pirata e agora se encontra amaldiçoado pelo temível Davy Jones e seu navio assombrado, o Flying Dutchman. Essas e outras situações deram certo equilíbrio ao filme, como o romance inusitado surgido entre Jack e Elizabeth (que eu particularmente adorei!), e o arrependimento dessa ultima ao traí-lo.

Bom, devo mensionar também os incríveis efeitos especiais colocados principalmente no navio Fantasma, o Flying Dutchman! Realmente é de encher os olhos ver toda aquela tripulação fantasma, cada um com uma caraterísta, que ao nossos olhos parecem realmente existir! Com certeza toda a equipe de Efeitos especiais, Fotografia e Figurino merecem uma indicação ao oscar, e provavelmente irão ter.

Por fim, agora é só esperar o 3º filme, que ja foi gravado e deixou muitas expectativas pelo 2º, afinal:
O que aconteceu com o Capitão Jack Sparrow?
Will Turner e Elizabeth Swann vão continuar juntos?
O que sente Elizabeth por Jack?

Ai..., tenho muito mais o que falar, mas isso daqui ja ta ficando grande! Então, até Piratas do Caribe 3!!!

Obs: Depois dos créditos finais existi uma cena curtinha e engraçadinha, eu não vi, mas quem ver, me conta!

***** estrelas
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domingo, 16 de julho de 2006

A Verdadeira Excelência do Amor...

I Coríntios 13

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que retine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência,
e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso;
o amor não se vangloria, não se ensoberbece,não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;
não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;
tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba;
mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos;
mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.


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Vãs filosofias sobre o Amor. Afinal porque ele é tão falado, tão requisitado, tão indispensável, tão atordoado, tão contraditório, tão aguardado, tão rejeitado.
Amor é diferente de Paixão e desses dois surgem inúmeras ramificações de sentimentos indescritíveis. A passagem de I Coríntios 13, da Bíblia, fala sobre o Amor Excelente, o amor ideal, o amor que deveria ser buscado para unir nações, para aceitar povos, para juntar culturas, para ser compartilhado.

“13 – 8 O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;”

Tamanho o poder do Amor, se existisse um “pozinho” que fosse capaz de destruir toda muralha, tudo que separa o ser humano, este se chamaria Amor.

“13 - 10 mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.”

Nada é perfeito, o ser humano é detalhista em sua individualidade, Amar é analisar as “partes”, as peculiaridades, e dessas partes separar a que mais gostamos e a que, talvez não nos interesse, a que nos incomode. E dessas devemos “profetizar”....

“13 - 9 porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos;”

....isso é, não se incomodar, desejar, colocar num futuro, otimizar. Porque o perfeito não existe e se existir, quando existir, não haverá partes, não haverá diferenças, o perfeito é único. E enquanto houver o Imperfeito, existirá o Amor, e no dia que o Imperfeito acabar, eis que, então, Amor se chamará Família.



(expressão totalmente pessoal)
paulinha tavares

domingo, 9 de julho de 2006

Eu vim entregar o pedido...


"someone is there, waiting for my song
i´m only looking for someone who sings along
when all my dreams, finally reach yours
we will uprise and maybe find our true love
we will uprise and maybe find our true love"


**** estrelas (uahuahauhau)

Beijos e Tiros (Kiss Kiss Bang Bang) - EUA


Elenco: Robert Downey Jr., Val Kilmer, Michelle Monaghan, Corbin Bernsen.
Direção: Shane Black
Sinopse: Um ladrão (ROBERT DOWNEY JR.) é levado a Los Angeles para um teste incomum e se vê em meio a uma investigação de assassinato, juntamente com a garota dos seus sonhos da escola (MICHELLE MONAGHAN) e um detetive (VAL KILMER) que o vem treinando para o papel que terá de desempenhar.


Quando encontramos uma comédia assim, sem exageros, apelações, e piadas batidas, não podemos deixar passar!
Beijos e Tiros é um filme que busca fazer comédia de outras formas, já que o gênero anda meio decaído, emfim ninguem aguenta mais ver o Jim Carrey fazendi caretas! Digamos que o gênero do fime é um "Humor Negro"" (suspeita pra falar ja que adoro o genero). Aceito por alguns, criticado por outros, o filme consegue nos tirar gargalhadas de coisas que normalmente não iríamos rir na vida real, mas que se olhássemos bem, essas situações são SIM, muito engraçadas!
Filme Apelativo??? Acho que não, o diretor de Beijos e Tiros exagera sim em muitas partes (afinal é humor!) mas consegue colocar tecnica, credibilidade e criatividade quando põe o ator principal do filme a narra-lo em OFF, criticando algums vezes o próprio. Metalinguagem Fantástica!
Tudo bem que que vai chegando no final e o filme vai se tornando cansativo, uma vez que o dinamismo e o desenrolar dos fatos nos deixam ofegantes, mas depois dos créditos finais, com certeza, da vontade de chamar todos seus amigos e ver tudo de novo!

***** estrelas